Estudos revelam que aspirina ajuda a reduzir morte por cranco.

Londres – Uma aspirina por dia pode reduzir entre 20% a 30% as mortes provocadas por alguns tipos de cancro, revela um estudo publicado na revista médica Lancet.

Os cientistas revelam que uma dose diária de 75 miligramas de aspirina pode reduzir em 20 a 30 por cento a possibilidade de se morrer por vários tipos de cancro, como os do esófago, pulmão, estômago ou pâncreas.

A investigação foi realizada pela Universidade de Oxford em conjunto com outras entidades académicas e incidiu sobre 25 mil pacientes, maioritariamente do Reino Unido. O risco de cancro sofreu uma redução total de 20%, verificou-se um decréscimo de risco de morte por cancro do esófago de 60%, sendo este o que registou a taxa de sucesso mais elevada. Também o risco de cancro nos intestinos registou uma diminuição drástica (40%). O cancro nos pulmões reduziu em 30% e o da próstata 10%.

O objectivo inicial dos investigadores era consolidar o conhecimento sobre o impacto da aspirina na prevenção de ataques cardíacos, mas os registos clínicos permitiram outras conclusões. De acordo com o artigo publicado, os benefícios são visíveis cinco anos após a toma diária de aspirina a partir dos 75 miligramas, independentemente do sexo ou de factores de risco como ser ou não fumador.

Apesar do estudo realizado, os resultados do estudo não significam que adultos saudáveis devam lançar-se a tomar aspirinas. Tal como outro medicamento, a aspirina só deve ser tomada de acordo com a prescrição do médico.

(c) PNN Portuguese News Network

____________________________________________________________________________________________

Sabemos que a Aspirina é de suma importância na vida de todos. Por isso abaixo segue mais "uma importância", com humor, que a aspirina tem em sua e na minha vida:

Estudos revelam que tempo demais na televisão ou computador, prejudica as crianças

Washington - Crianças que passam muitas horas por dia á frente da televisão têm mais risco de sofrer problemas psicológicos, mesmo que mantenham actividade física intensa, indicou um estudo publicado hoje, pelo jornal americano Pediatrics.
Pesquisadores da universidade de Bristol, Grã-Bretanha, perguntaram a 1.013 crianças de 10 e 11 anos quanto tempo passam por dia a jogar video-games ou assistir televisão. As respostas variaram entre zero e cinco horas.
As crianças também responderam a um questionário para determinar o seu estado psicológico. Além disso, receberam um aparelho, que deveriam usar durante uma semana na cintura para medir a intensidade da actividade física realizada.
De acordo com os pesquisadores, as crianças que passavam duas ou mais horas por dia em frente de uma televisão eram mais hiperactivas, tinham mais dificuldades em se relacionar socialmente e mais problemas emocionais do que aquelas que passavam menos tempo - embora fossem fisicamente mais activos.
Até agora, estudos demonstravam que as crianças fisicamente mais activas compensavam os efeitos negativos das horas passadas em frente a uma televisão, e muitos pais acreditam que os filhos podem passar o tempo que quiserem a ver televisão ou a jogar, desde que compensem se exercitando, destacou o jornal médico.

Pesquisa realizada, aponta que HIPERATIVIDADE é genética.



Investigadores da Universidade de Cardiff, na Grã-Bretanha, acreditam ter encontrado evidências da existência de uma raiz genética para a condição conhecida como hiperatividade.

A equipa de cientistas publicou um artigo em que defende que a situação que afeta crianças em todo o mundo, resulta de um problema no cérebro - como o autismo - e não de uma inabilidade dos pais em educar seus filhos.

O estudo envolveu análises de partes do DNA de 366 crianças diagnosticadas com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Os investigadores compararam amostras do DNA de crianças com hiperatividade com o DNA de mais de mil pessoas que não sofriam da condição.

Constataram que 15% das crianças com o distúrbio tinham alterações grandes e raras no seu DNA.

Andrea Bilbow, directora executiva de uma entidade britânica de apoio a famílias com este problema, garantiu que com base em estudos e evidências empíricas sempre souberam que havia um vínculo genético, mas que «esta nova descoberta vai ajudar a lidar com os céticos que estão sempre prontos a culpar os pais ou os professores».

Outros especialistas, no entanto, desvalorizam a descoberta, argumentando que apenas um pequeno grupo das crianças com TDAH estudadas apresentou as alterações no DNA e que, na maioria dos casos, a condição seria resultante de uma combinação entre causas genéticas e fatores externos.

Um psicólogo infantil, Oliver James, citou estudos anteriores que observaram o efeito da ansiedade entre mulheres grávidas e dificuldades de relacionamento entre mães e os seus bebês logo após o nascimento como causas da condição. Indicou que «apenas 57 das 366 crianças com TDAH, ou seja 15,57%, tinham a variação genética que seria a suposta causa», o que inicaria que, «na vasta maioria dos casos, outros fatores são a causa principal».

Após longas pesquisas, cientistas conseguem mover objetos por 1,5 m apenas com luz.

Foram movidas partículas extremamente pequenas por 1,5 m usando apenas a força do raio laser. Foto: Universidade Nacional da Austrália/Divulgação
Pequena partícula (ponto verde) foi movida por 1,5 m com raio laser
Foto: Universidade Nacional da Austrália/Divulgação



Cientistas desenvolveram método para mover apenas com o uso de luz partículas por distâncias nunca conseguidas anteriormente. Foi usado um raio laser especialmente criado para a pesquisa. As informações são do site Physorg.
Equipe do Centro de Física a Laser, da Universidade Nacional da Austrália, conseguiu mover partículas extremamente pequenas por 1,5 m usando apenas a força do raio laser. O tamanho das microesferas variava entre 60 e 100 micrometros.
Por 40 anos, cientistas usaram radiação de luz para mover e manipular pequenos objetos. Até agora, os movimentos eram restritos a pequenas escalas, por não mais que milhares de micrometros - e a maioria em líquidos.
Manipulação óptica de partículas por grandes distâncias podem ter várias aplicações, como permitir o transporte de contêineres com substâncias perigosas sem a necessidade de toque.
Como a técnica desenvolvida não funciona no vácuo seu uso é de grande importância na Terra, como na montagem de micro máquinas e componentes eletrônicos.

Segundo estudos, games de corrida afetam comportamento dos jovens ao volante


Pesquisa sugere que jovens que se expuseram a jogos como GTA antes de tirar a carta têm tendência a serem mais irresponsáveis na direção.

Games de corrida estariam influenciando os jovens a se tornarem “velozes e furiosos” na direção, sugere estudo que relaciona as ações de jogos virtuais aos perigos da estrada. E não são apenas os famosos Grand Theft Auto (GTA) e Carmageddon, cujos objetivos incluem dirigir em alta velocidade e, em alguns casos, atropelar pedestres.

A pesquisa foi conduzida por Kathleen Beullens, na Universidade Católica de Leuven, na Bélgica. Ela queria determinar se games em que os usuários podem violar as leis de trânsito, e até são encorajados a isso, incentivavam atitudes parecidas na vida real.

No entanto, a resposta que conseguiu foi "talvez".

O estudo ouviu, em 2008, cerca de dois mil jovens, tanto homens quanto mulheres, entre 16 e 17 anos, que respondiam no questionário a frequência com que se envolviam com esse tipo de game. Dois anos depois, perguntou aos membros desse mesmo grupo que haviam tirado carta de motorista o quão instigados se sentiam a correr riscos quando ao volante.

Mais do que o normal, aparentemente. Embora não tenha encontrado nenhuma conexão entre bebida e direção e exposição prematura a games de corrida (com 16 e 17 anos), o levantamento afirma a existência da relação entre esse índice e dirigir perigosamente.

“Nunca saberei se as respostas coletadas foram sinceras”, disse a Beullens à revista New Scientist. “Mas já foi provado que réplicas costumam ser verdadeiras em pesquisas que prometam anonimato aos entrevistados e, bem, eu segui este procedimento”.

Segundo a equipe responsável pelo trabalho, não foi definido uma relação causal entre games de corrida e a disposição de jovens a assumir riscos na direção. Para eles, correlação não implica causalidade, mas a pesquisa obteve o mérito de motivar mais estudos, que precisarão considerar maior variedade de mídias, uma das quais, com certeza, seria o game.

É importante ressaltar que a ideia de correr riscos não foi padronizada em um modelo predeterminado, ou seja, não foi estabelecido um limite entre vontade de aventurar-se e grande confiança nas próprias habilidades com o veículo. Outro levantamento, por exemplo, ouviu motoristas mais velhos, e chegou à conclusão de que games de corrida podem ajudar no desenvolvimento de aptidão capaz de evitar acidentes.

(Matt Peckham)

Pesquisa revela que obesos procuram mais os médicos que fumantes













Pessoas obesas fazem visitas mais frequentes aos clínicos-gerais do que fumantes ou aqueles que estão fora de forma em geral, segundo uma pesquisa feita por cientistas holandeses.
Segundo os pesquisadores, o resultado do estudo não tem relação com o maior risco de doenças crônicas, como diabetes, entre as pessoas obesas.
A pesquisa não encontra uma resposta clara para o fato de os obesos procurarem mais os médicos, mas os cientistas sugerem que eles podem ter mais queixas menores sobre sua saúde, como problemas de sono ou dores musculares.
A pesquisa da Universidade de Maastricht analisou dados médicos de cerca de 4.500 adultos.
Os participantes também responderam a um questionário sobre seus estilos de vida, para analisar suas dietas, se fumavam, o quanto bebiam e quanto exercício físico faziam.


Fatores


Os pesquisadores disseram que esperavam confirmar que as pessoas com menos saúde ou mais fora de forma procurassem mais seus médicos.
Mas de todos os fatores analisados, apenas o índice de massa corporal (IMC, que mede a relação entre peso e altura) era associado com visitas frequentes ao médico independentemente de outros fatores.
Os resultados se aplicam tanto a homens quanto a mulheres.
Segundo a coordenadora do estudo, Marjan van der Akker, novas pesquisas são necessárias para determinar as razões exatas da relação verificada pelo estudo.
Ela adverte ainda que o aumento no número de pessoas obesas em todo o mundo deve provocar uma pressão na demanda por clínicos-gerais e afirma que outras formas de atender essa demanda devem ser analisadas.



Fonte: BBC Brasil
Reprodução: Estadão

Segundo pesquisas, ENEM não avalia realidade escolar


A classificação das escolas públicas e privadas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com vantagem para as privadas, segundo ranking do Ministério da Educação, reflete a desigualdade social brasileira e não considera os fatores sociais, econômicos e culturais do contexto em que a escola e os alunos estão situados. Essa é a análise da doutora em Educação e professora da Universidade Federal de Rondônia (Unir), Andréia Quintanilha, que critica a metodologia de colocação.

Para a professora, o Enem não serve para avaliar a realidade do ensino nas escolas. “O desempenho escolar não se associa a fatores independentes, mas resulta de uma multiplicidade de efeitos do contexto sociocultural e econômico, aliado aos processos escolares que acabam interagindo com o desempenho dos alunos.”, avalia. Em Rondônia, alunos de 382 escolas participaram do Enem no ano passado. As três melhores notas em Rondônia foram de escolas particulares. A Escola Estadual João Bento da Costa, na Capital, ficou com a terceira nota entre as escolas públicas. Mas para o diretor da escola, Suamy Lacerda, os números não refletem os resultados e o sucesso dos alunos. “O João Bento teve mais de 330 alunos que fizeram o Enem, enquanto outras escolas com um número menor de alunos, como a de Colorado D’Oeste, que teve 22 alunos, logo na média feita das notas vão estar na nossa frente. Não dá para comparar as características de uma escola pequena com outra grande como a nossa”.

Na escola Estadual João Bento da Costa, no ano passado, passaram 148 alunos nos vestibulares. “Nossos alunos estão conseguindo além de vagas nos vestibulares, as vagas em concursos”, completou. Lacerda acredita que o ensino desenvolvido no João Bento dá para disputar em qualidade com as escolas particulares. “Estamos buscando nivelar nosso ensino com as destas escolas, trabalhando forte em planejamento educacional”, relatou.

Para a presidenta do Conselho Estadual de Educação, Francisca Batista, o problema da notas baixas do ensino público no Enem está nas séries iniciais. “Se estamos com fraco desempenho no Ensino Médio é porque precisamos melhorar na Educação Infantil e no Ensino Fundamental que é a base de estudos dos alunos. A Educação Infantil e Fundamental ainda não foram implementadas pelos municípios, é uma deficiência que compromete toda a estrutura de ensino”, defendeu. Para ela, o acesso à universidade é reflexo de um bom ensino fundamental.

A professora Andréia Quintanilha reconhece que o esforço político que está sendo realizado hoje, mas lembra que este esforço é recente e insuficiente. “A educação não acontece em um vazio social porque as variáveis que afetam os resultados dos alunos são determinadas pela vida que levamos”. Ela acredita que educação nas escolas e apenas um aspecto que pode colocar na avaliação da qualidade na educação.

Amostra

De acordo com Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela realização do exame, a utilização dos resultados do Enem deve ser considerada com cautela diante de dois aspectos. ‘A primeira refere-se ao fato de que, para algumas escolas, a amostra de seus estudantes que participaram do exame é demasiadamente pequena, o que pode tornar sua nota média pouco representativa do conjunto de estudantes da escola. A segunda observação é que, mesmo para as escolas com alta taxa de participação no Enem, a amostra dos alunos de cada instituição pode não representar o desempenho médio que a escola obteria caso todos os alunos participassem”.

Criado em 1998, o Enem tem o objetivo de avaliar o desempenho do estudante ao fim da escolaridade básica. O Exame destina-se aos alunos que estão concluindo ou que já concluíram o Ensino Médio em anos anteriores. A participação no exame é voluntária e em 2009 foram 2.426.432 candidatos, dos quais 37% declararam estar concluindo o Ensino Médio em 2009 e 56% informaram serem egressos, ou seja, terem concluído o Ensino Médio em anos anteriores.