Pesquisa realizada na França mostra Brasil como favorito à conquista da Copa do Mundo na África

Uma pesquisa feita pelo jornal francês L'Équipe e divulgada pelo UOL aponta o Brasil como principal favorito à conquista da Copa do Mundo da África do Sul, que começa no próximo dia 11 de junho. Os pentacampeões mundiais são apontados por 37% dos entrevistados, bem à frente do "time da moda" na Europa, a Espanha. Os atuais campeões europeus vêm em segundo lugar com 19% da preferência, deixando a Argentina em terceiro lugar, com 9%.

Na sequência, a lista não apresenta muitas novidades com as tradicionais Alemanha (8%), Itália (6%) e Inglaterra (5%) respectivamente em quarto, quinto e sexto lugares. Holanda, com 4% e França (3%) fecham a lista. A pesquisa do periódico francês foi feita com 5.410 pessoas que declararam ter muito interesse por futebol em nove países: França, Reino Unido, Itália, Espanha, Alemanha, Holanda, Brasil, Estados Unidos e China.

Outra pergunta da pesquisa questionava qual a seleção mais apreciada pelo entrevistado. Novamente deu Brasil na cabeça, com 28% dos votos. Espanha e Argentina aparecem em seguida com 13% e 11%. No outro lado da moeda, a seleção de Maradona e Messi ficou com o primeiro lugar de time menos apreciado com 18% das indicações. França (16%) e Itália (13%) completam o "pódio".

Pesquisa realizada mostra que metade do planeta ficará inabitável com o aquecimento global


O aquecimento global pode deixar até metade do planeta inabitável nos próximos três séculos, de acordo com um estudo das universidades de New South Wales, na Austrália, e de Purdue, nos Estados Unidos, que leva em conta os piores cenários de modelos climáticos.

O estudo, publicado na última edição da revista especializada "Proceedings of the National Academy of Sciences", afirma ainda que, embora seja improvável que isso aconteça ainda neste século, é possível que já no próximo, várias regiões estejam sob calor intolerável para humanos e outros mamíferos.

- Descobrimos que um aquecimento médio de 7ºC causaria algumas regiões a ultrapassar o limite do termômetro úmido (equivalente à sensação do vento sobre a pele molhada, e um aquecimento médio de 12ºC deixaria metade da população mundial em um ambiente inabitáve l- afirmou Peter Huber, da universidade de Purdue.

Os cientistas argumentam que ao calcular os riscos das emissões de gases atuais, é preciso que se leve em conta os piores cenários (como os previstos no estudo).

Roleta russa

Quando o professor Huber fala em um aquecimento médio de 12ºC, isso significaria aumentos de até 35ºC no termômetro úmido nas regiões mais quentes do planeta.

Atualmente, segundo o estudo, as temperaturas mais altas nesta medida nunca ultrapassam 30ºC. A partir de 35ºC no termômetro úmido, o corpo humano só suportaria algumas horas antes de entrar em hipertermia (sobre-aquecimento).

Huber compara a escolha a um jogo de roleta russa, em que "às vezes o risco é alto demais, mesmo se existe apenas uma pequena chance de perder".

O estudo também ressalta que o calor já é uma das principais causas de morte por fenômenos naturais e que muitos acreditam, erroneamente, que a humanidade pode simplesmente se adaptar a temperaturas mais altas.

- Mas quando se mede em termos de picos de estresse incluindo umidade, isso se torna falso - afirmou o professor Steven Sherwood, da universidade de New South Wales.

Calcula-se que um aumento de apenas 4ºC medidos por um termômetro úmido já levaria metade da população mundial a enfrentar um calor equivalente a máximas registradas em poucos locais atualmente.

Os autores também afirmam que um aquecimento de 12ºC é possível através da manutenção da queima de combustíveis fósseis.


- Uma implicação disso é que cálculos recentes do custo das mudanças climáticas sem mitigação (medidas para combatê-las) são baixos demais.

Fonte: O GLOBO


Pesquisa revela crescimento de vendas no Dia das Mães



Vendas crescem 9,43% no Dia das Mães, dizem lojistas


Expectativa da confederação dos lojistas era de alta de 8% neste ano.Expansão da renda, do crédito e dólar baixo motivaram resultado.

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) informou nesta segunda-feira (10) que as vendas do Dia das Mães em 2010 cresceram 9,43%. "Os dirigentes lojistas estão eufóricos com as vendas do Dia das Mães", informa a entidade.
O presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, afirmou que os resultados foram "ótimas". "Superaram todas as nossas expectativas. As vendas ficaram acima do previsto, que era de um aumento de 8%. Foi uma grata surpresa”, disse ele.

Segundo Pelizzaro, um série de fatores, em conjunto, motivou o crescimento das vendas na data: uma expansão forte de renda nas classes mais baixas; a redução dos preços por conta do dólar baixo (produtos importados, ou com componentes importados) e o crescimento "significativo" do crédito.

Perspectivas para 2010


De acordo com o presidente da confederação dos lojistas, o Dia das Mães possibilita a revisão das estimativas para todo este ano. No início de 2010, a CNDL projetava um crescimento de 7% a 8% nas vendas, valor que já havia sido revisado para 9%. "Depois do Dia das Mães, podemos dizer que o crescimento deve ser de dois dígitos (superior a 10%) em 2010", afirmou Pelizzaro.

Pesquisa realizada mostra que dormir menos de seis horas por dia pode causar morte prematura

Estender o sono por mais de nove horas também não é benéfico e pode indicar problemas de saúde.

Dormir regularmente menos de seis horas por noite pode causar morte prematura, mas sono a mais também causa problemas, segundo um estudo que afirma ter provas inequívocas dos danos para a saúde dos padrões de sono invulgares.
Investigadores ingleses e italianos analisaram dados de 16 estudos distintos da Europa, Estados Unidos e Ásia por mais de 25 anos, que cobriam mais de 1,3 milhões de pessoas e mais de cem mil mortes.
A conclusão é clara: quem dorme menos de seis horas por noite tem 12 por cento mais de probabilidade de ser vitima de morte prematura do que os que dormem regularmente seis a oito horas.
O estudo, publicado na revista científica Sleep, juntou uma equipa de investigadores da Universidade de Warwick e da Escola Médica da Universidade Federico II em Nápoles.


Nem oito nem oitenta


No entanto, as conclusões não ficam por aqui. O estudo garante ainda que quem dorme mais de nove horas por noite também tem mais probabilidades de morrer mais cedo.
Dormir a mais não é considerado por si um risco mas sim um indicador de doenças subjacentes.
“Enquanto o sono de curta duração pode representar uma causa de problemas de saúde, o sono longo representa um indicador de saúde”, explica Francesco Cappuccio, chefe do departamento Sono, Saúde e Sociedade da Universidade de Warwick e líder do estudo.


Sono e pressões sociais


“A sociedade moderna tem reduzido gradualmente a média de sono dos indivíduos, e esse padrão é mais comum entre os trabalhadores de tempo inteiro, que pode resultar de pressões sociais por mais horas de trabalho. Por outro lado, a deterioração do nosso estado de saúde é muitas vezes acompanhada por uma extensão da duração do sono”, explicitou o especialista.
“Dormir regularmente seis a oito horas por noite pode ser óptimo para a saúde. A duração do sono pode ser considerada um factor de risco, influenciada pelo ambiente e possivelmente passível de ser alterada com a educação e aconselhamento, bem como através de medidas de saúde pública com fim à melhoria dos ambientes físicos e de trabalho”, sugeriu Cappuccio.
Os autores realçam ainda que estudos anteriores já alertavam que a falta de sono está associada a doenças cardíacas, obesidade e diabetes.

Segundo pesquisa, mais de 1700 pessoas fazem plásticas por dia no Brasil

Dr.Robert Rey(Dr.HOLLYWOOD)-Cirurgião plástico brasileiro, um dos mais famosos no mundo

No ano passado, foram realizadas 640 mil cirurgias, segundo o Ibope.
Mulheres preferem silicone, homens querem corrigir pálpebras e nariz.


Mais de 1.700 pacientes fazem cirurgia plástica no Brasil a cada dia, mas o que os brasileiros mais querem mudar na mesa de cirurgia?
Quase todo mundo acha que dá para melhorar alguma coisa no corpo. Uma pesquisa inédita feita pelo Ibope em todo o país estima que, no ano passado, foram realizadas mais de 640 mil cirurgias plásticas no Brasil, 82%, em mulheres.
Elas preferem corrigir as imperfeições do pescoço para baixo: principalmente nas mamas. Em segundo lugar, lipoaspiração combinada com outras operações. Já os homens se preocupam mais com o rosto: pálpebras e nariz.
Há dois anos, o empresário Aílton Ferrari fez plástica em volta dos olhos, além de uma lipoaspiração. Achou que era o caminho mais curto para entrar em forma. "Sou meio preguiçoso, apesar de ter sido professor de educação física no passado, hoje não pratico", afirma o empresário.
Para esses mais preguiçosos, até silicone tem sido usado. Próteses para o queixo, peito, bumbum e já tem gente desenvolvendo silicone para deixar aquela barriga tanquinho sem ter que fazer abdominais.
Ainda assim, em 99% dos casos, as próteses de silicone são colocadas em mulheres. Adivinha o lugar preferido: o bumbum fica em um distante segundo lugar. No ano passado, as mulheres colocaram próteses de silicone de 275 mililitros, em média, e elas querem cada vez mais.
"Os volumes usados antigamente variavam em torno de 150, 200, 220 mililitros. Hoje o mais comum, 280, 300, 350 e em alguns casos até um pouco maiores", afirma a cirurgiã plástica Luciana Pepino.
Segundo o coordenador da pesquisa, Ewaldo Bolívar, os médicos têm o papel de orientar as mulheres e evitar exageros. "O cirurgião plástico é o psicólogo com bisturi na mão. O que você pode orientar é o que você pode trazer de bem para a pessoa, não o que a pessoa está fantasiando, uma coisa que não pode de jeito nenhum", diz.