Pesquisa mostra que o mercado de carros de luxo cresce 60% em seis meses

São Paulo - Com um crescimento de quase 60% no volume de vendas desde o início do ano, o segmento de carros de luxo ganha cada vez mais destaque no setor automobilístico. Menos sensível aos efeitos de variáveis como as taxas de juros, esta fatia “premium” do mercado deve manter o bom ritmo até o fim do ano.

Em 2009, as marcas Audi, BMW e Mercedes Benz, protagonistas do mercado voltado para a alta renda, venderam 15 mil unidades de luxo, o que corresponde a aproximadamente 2,7 bilhões de reais. A expectativa é de que, em 2010, esta marca seja superada.

"O mercado de carros importados de luxo, principalmente considerando as montadoras Audi, BMW, Mercedes Bernz, Porsche, Jaguar e Volvo, cresce de forma expressiva. O setor automobilístico como um todo passa por um bom momento, mas, para os importados, é ainda melhor", diz Paulo Kakinoff, presidente da Audi Brasil.

O executivo, que também é vice-presidente da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva), diz que o mercado de carros de luxo deve se destacar por ter um comportamento diferente dos demais. "Mesmo durante ápice da crise no Brasil, no fim de 2008, o setor 'premium' continuou crescendo na casa de dois dígitos."
Para Kakinoff, as perspectivas de bom desempenho são fruto de uma combinação de três fatores. Em primeiro lugar, o crescimento econômico no Brasil tem permitido uma maior mobilidade social. "Apesar de isto ser mais observado nas classes C, D e E, também acontece, em menor escala, nas classes A e B. Temos novos consumidores neste segmento", afirma.

Uma pesquisa divulgada recentemente pelo banco Merrill Lynch em parceria com a consultoria Capgemini mostra que o número de milionários no Brasil aumentou de 131 mil em 2008 para 147 mil em 2009. Um dos grandes beneficiados desta ascenção foi justamente o setor automobilístico.
Outro ponto importante, na opinião do presidente da Audi no Brasil, é o crescente desejo dos consumidores de adquirir produtos com qualidade superior, principalmente no que diz respeito à tecnologia. Por último, ainda há a questão da taxa de câmbio atual, que torna os carros importados mais competitivos no mercado.

Pesquisa mostra que a cada cigarro, menos 11 minutos de vida.




Calculam que fumar de maneira habitual encurta a esperança de vida em 6,5 anos

Valendo-se de estudos epidemiológicos, expertos do Reino Unido determinaram o real impacto sobre a saúde das pessoas.
Consumir um pacote de 10 unidades equivale a viver três horas e 40 minutos menos, enquanto que um cartão completo resta um dia e meio de vida do fumador.
Sempre tem se dito que o tabaco é nocivo para a saúde, que pode produzir câncer e que a longo prazo encurta a vida das pessoas. Um novo estudo realizado por um grupo de cientistas da Universidade de Bristol na Inglaterra, da mais precisão a estas advertências ao calcular que cada vez que um homem fuma um cigarro esta encurtando sua vida em 11 minutos. Como se fosse pouco, o estudo publicado pela revista cientifica British Medical Journal, afirma que os adictos ao tabaco diminuem em 6,5 anos sua esperança de vida por culpa dos cigarros.
De qualquer forma, este ultimo calculo rege unicamente para pessoas do sexo masculino que começaram a fumar aos 17 anos e não pararam até os 71.
O investigador inglês Richard Mitchell explica que estimaram que se um homem fuma como media 5.722 cigarros anuais a partir dos 17 anos de idade, e não deixa de faze-lo até os 71, haverá consumido um total de 311.688 cigarros em toda a sua vida.


Pesquisa dos dados


O doutor observou durante 4 décadas - começando em 1951 a mais de 34 mil médicos ingleses do sexo masculino. Todos eram maiores de 40 anos sendo alguns fumadores e outros não. Dentro dos resultados, Doll descobriu que a porcentagem de mortes de aqueles que fumavam era 3 vezes maior em homens entre 45 e 64 anos e o dobro para os que tinham entre 65 e 84 anos, em comparação com os não fumantes. É que os efeitos nocivos do tabaco vão além do câncer de pulmão. Os fumadores habituais tem mais possibilidades de apresentar sintomas de deterioro intelectual, como perda de memória, linguagem e capacidade de aprendizagem. Além disto triplica as possibilidades de dano cerebral e um fator de risco para as doenças cardiovasculares, entre outros numerosos males.


Jogos Matemáticos


Entenda o caminho seguido pelos investigadores ingleses para chegar a estabelecer que cada cigarro resta, em media, 11 minutos de vida a uma pessoa.
Primeiro calcularam que os 6,5 anos de diminui a expectativa de vida equivalem a 2.374 dias ou 56.976 horas ou a 3.418.560 minutos. Logo determinaram que o consumo de 5.772 cigarros ao ano multiplicado por 54 anos desde os 17 até os 71 dão como resultado 311.688 cigarros ao longo de toda a vida. Finalmente dividiram os 3.418.560 minutos perdidos pelos 311.688 cigarros fumados. Esta operação entrega a cifra de que perdem 11 minutos de vida por cada cigarro consumido.





Fonte:

ProfCupido