Estudos revelam que tempo demais na televisão ou computador, prejudica as crianças

Washington - Crianças que passam muitas horas por dia á frente da televisão têm mais risco de sofrer problemas psicológicos, mesmo que mantenham actividade física intensa, indicou um estudo publicado hoje, pelo jornal americano Pediatrics.
Pesquisadores da universidade de Bristol, Grã-Bretanha, perguntaram a 1.013 crianças de 10 e 11 anos quanto tempo passam por dia a jogar video-games ou assistir televisão. As respostas variaram entre zero e cinco horas.
As crianças também responderam a um questionário para determinar o seu estado psicológico. Além disso, receberam um aparelho, que deveriam usar durante uma semana na cintura para medir a intensidade da actividade física realizada.
De acordo com os pesquisadores, as crianças que passavam duas ou mais horas por dia em frente de uma televisão eram mais hiperactivas, tinham mais dificuldades em se relacionar socialmente e mais problemas emocionais do que aquelas que passavam menos tempo - embora fossem fisicamente mais activos.
Até agora, estudos demonstravam que as crianças fisicamente mais activas compensavam os efeitos negativos das horas passadas em frente a uma televisão, e muitos pais acreditam que os filhos podem passar o tempo que quiserem a ver televisão ou a jogar, desde que compensem se exercitando, destacou o jornal médico.

Pesquisa realizada, aponta que HIPERATIVIDADE é genética.



Investigadores da Universidade de Cardiff, na Grã-Bretanha, acreditam ter encontrado evidências da existência de uma raiz genética para a condição conhecida como hiperatividade.

A equipa de cientistas publicou um artigo em que defende que a situação que afeta crianças em todo o mundo, resulta de um problema no cérebro - como o autismo - e não de uma inabilidade dos pais em educar seus filhos.

O estudo envolveu análises de partes do DNA de 366 crianças diagnosticadas com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Os investigadores compararam amostras do DNA de crianças com hiperatividade com o DNA de mais de mil pessoas que não sofriam da condição.

Constataram que 15% das crianças com o distúrbio tinham alterações grandes e raras no seu DNA.

Andrea Bilbow, directora executiva de uma entidade britânica de apoio a famílias com este problema, garantiu que com base em estudos e evidências empíricas sempre souberam que havia um vínculo genético, mas que «esta nova descoberta vai ajudar a lidar com os céticos que estão sempre prontos a culpar os pais ou os professores».

Outros especialistas, no entanto, desvalorizam a descoberta, argumentando que apenas um pequeno grupo das crianças com TDAH estudadas apresentou as alterações no DNA e que, na maioria dos casos, a condição seria resultante de uma combinação entre causas genéticas e fatores externos.

Um psicólogo infantil, Oliver James, citou estudos anteriores que observaram o efeito da ansiedade entre mulheres grávidas e dificuldades de relacionamento entre mães e os seus bebês logo após o nascimento como causas da condição. Indicou que «apenas 57 das 366 crianças com TDAH, ou seja 15,57%, tinham a variação genética que seria a suposta causa», o que inicaria que, «na vasta maioria dos casos, outros fatores são a causa principal».

Após longas pesquisas, cientistas conseguem mover objetos por 1,5 m apenas com luz.

Foram movidas partículas extremamente pequenas por 1,5 m usando apenas a força do raio laser. Foto: Universidade Nacional da Austrália/Divulgação
Pequena partícula (ponto verde) foi movida por 1,5 m com raio laser
Foto: Universidade Nacional da Austrália/Divulgação



Cientistas desenvolveram método para mover apenas com o uso de luz partículas por distâncias nunca conseguidas anteriormente. Foi usado um raio laser especialmente criado para a pesquisa. As informações são do site Physorg.
Equipe do Centro de Física a Laser, da Universidade Nacional da Austrália, conseguiu mover partículas extremamente pequenas por 1,5 m usando apenas a força do raio laser. O tamanho das microesferas variava entre 60 e 100 micrometros.
Por 40 anos, cientistas usaram radiação de luz para mover e manipular pequenos objetos. Até agora, os movimentos eram restritos a pequenas escalas, por não mais que milhares de micrometros - e a maioria em líquidos.
Manipulação óptica de partículas por grandes distâncias podem ter várias aplicações, como permitir o transporte de contêineres com substâncias perigosas sem a necessidade de toque.
Como a técnica desenvolvida não funciona no vácuo seu uso é de grande importância na Terra, como na montagem de micro máquinas e componentes eletrônicos.